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Finaciamento
próprio da J.E. Madeiras |
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O
manejo sustentável, ou bom manejo, é a melhor solução
para a exploração racional de madeira e outras riquezas
não-madeireiras da floresta. Uma floresta bem manejada continuará
oferecendo essas riquezas para as gerações futuras,
pois a madeira e seus outros produtos são recursos renováveis.
O decreto de 1994 que regulamentou a exploração das
florestas na Amazônia define o manejo sustentável corno
"a administração da floresta para a obtenção
de benefícios econômicos e sociais, respeitando-se os
mecanismos de sustentação do ecossistema objeto do manejo".
Atualmente, o conceito foi ampliado para manejo florestal de uso múltiplo,
passando a incluir "múltiplos produtos e subprodutos não-madeireiros,
bem como a utilização de outros bens e serviços
naturais da floresta".
O bom manejo implica numa exploração cuidadosa, de impacto
ambiental reduzido, a aplicação de tratamentos silviculturais,
para potencializar a regeneração da floresta e fazer
crescer outra colheita, e o monitoramento, para controlar essa regeneração
e ajudar o manejador na tornada de decisões técnicas
e comerciais.
Em termos ambientais, o bom manejo contribui para que a floresta mantenha
sua forma e função mais próxima de seu estado
original. A manutenção da forma se dá na medida
em que se minimizam os danos à floresta e, em conseqüência,
às árvores comerciais remanescentes. Mantida a sua forma,
a floresta pode continuar a desempenhar suas funções:
proteger o solo contra a erosão, preservar a qualidade da água,
abrigar a biodiversidade e outras. Além disso, a floresta remanescente
corre menos risco de incêndios e pode ser enriquecida com os
tratamentos silviculturais.
O bom manejo é economicamente viável e, em longo prazo,
mais barato que a exploração convencional. |
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